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terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Alta Costura 2018 - Voilettes

Já falei sobre esse item de moda há um bom tempo atrás aqui no blog, mas os voilettes ressurgiram com força recentemente, na Semana de Alta Costura 2018 em Paris.
Um item clássico de moda que se consagrou entre noivas e famosas na história, principalmente entre os anos 10 e 50, os voilletes (véu, em francês) são normalmente feitos em renda ou tule aderidos à borda de um chapéu ou adereço de cabeça que cobre o rosto total ou parcialmente. 
Alguns dos nomes responsáveis pela fama do acessório incluem Coco Chanel e Marlene Dietrich no filme "O Expresso de Xangai". Além de ser um item de moda, também há registos de proteção dos olhos contra poeira e o sol. Já na imagem pessoal, o véu transmite também uma devoção religiosa, proteção ou pureza e status social.
A renda vintage sobre os olhos pode ser usada em eventos de gala, combina com casamentos e festas luxuosas e é um item que muitas noivas adoram. Mais que isso, está chegando o Carnaval e esse adereço também tem tudo a ver com as fantasias genéricas, lembrando até os antigos bailes de máscara. Ou seja, hora de colocar a tendência em prática!
E aí, gostaram? Eu acho um clássico maravilhoso!!!
Beijocas

domingo, 28 de janeiro de 2018

Looks com All Star

Uma marca com mais de 100 anos e que participou de muitas de nossas histórias de infância e adolescência, hoje continua compondo nosso guarda-roupa, mesmo que nas produções mais arrumadinhas. O All Star é um daqueles clássicos que não tem como não amar. 
O tênis que nasceu como um simples calçado de borracha, logo virou uniforme de basquete - como de fato ganhou fama. Assim se popularizou e conquistou também o modo de vestir do rock'n roll, dos skatistas e outras tribos de mente aberta. Além da identidade rocker, a ascenção recente do tênis como item de moda (fugindo da estética esportiva), resgatou diversos modelos que passaram a integrar nossos looks no dia-a-dia.
Prova disso é que eles combinam muito com jeans, couro e t-shirts, mas podem ser a combinação perfeita para vestidos curtos e longos e até peças mais arrumadinhas, como compimentos midi, tecidos leves e esvoaçantes, calças estruturadas e porque não alfaiataria?
Nessa seleção de looks dá pra tirar várias ideias e resgatar o seu All Star perdido no armário!
Não costumo utilizar com frequência, mas tenho um branquinho que faço questão de incluir nos looks eventualmente. E vocês?
Beijocas

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Tendência: estilo vitoriano

Vamos voltar no tempo para falar de uma tendência que está em alta e que promete também no inverno. O período vitoriano compreende os anos 1837-1860 e é um marco na história da moda devidos aos trajes pesados usados pelas mulheres por uma imposição social de fragilidade.

Apesar do meio social diferir da atualidade, traços do vestuário ressurgem como inspiração principalmente para camisas. 
Pontos altos: mangas bufantes, babados, golas altas, golas marcadas, franjas curtas e rendas.
Com tanta pompa, as melhores combinações são com peças minimalistas para harmonizar o visual. Nesse sentido, vale calça skinny, jeans, saia de corte reto, bolsas básicas e cores neutras.
Apesar da cara invernal, sempre há um jeitinho de adaptar para o nosso país tropical: vestidos ou blusas com mangas curtas, transparências e rendas recortadas, pantalonas e decote ombro-a-ombro. 
De qualquer forma, já dá pra sentir um gostinho de meia-estação - nossa época preferida para as modinhas. Eu particularmente acho um charme à parte.
Vamos investir?
Beijocas

quinta-feira, 14 de julho de 2016

A história das costureiras

Já reparou a dificuldade de encontrar uma costureira de confiança nos dias de hoje? Essa é uma reclamação que escuto com frequência, mesmo morando em cidade pequena em que senhoras ainda cultivam o hábito de costurar, seja em suas máquinas ou manualmente. Mas em grandes cidades as costureiras "artesanais" praticamente desapareceram e consertar ou reformar uma peça de roupa se tornou tarefa difícil. Como sou encantada pela costura (como já falei em outras oportunidades), trouxe um pouquinho da história das costureiras e ainda indico a minha preferida :)
As atividades de corte e costura são tão antigas quanto a própria humanidade, assim como suas atividades adjacentes, por exemplo, a tecelagem. Os primeiros relatos indicam que as agulhas rudimentares eram feitas em marfim e ossos com registros de 30 mil anos atrás. E como a evolução da humanidade foi sendo trajada de diferentes formas, as roupas precisavam ser costuradas de alguma maneira, certo? 

 Hoje a profissão é de maioria feminina, mas antigamente essa realidade foi oposta e eram os homens que comandavam as máquinas de costura. Até o século XVII as costureiras só poderiam ajustar as peças já feitas por alfaiates e camiseiros e foi a Inglaterra em 1865 que reconheceu pela primeira vez a atividade das costureiras (mesmo que não pudessem ter seus próprios ateliês). Dentre as máquinas de costura, a primeira a ser idealizada trabalhava apenas com o couro para calçados, criada por Thomas Saint em 1790, evoluindo para a máquina de costura de roupas em 1830 utilizada nas fábricas têxteis. 
Na revolução industrial (responsável por tantos itens de moda que conhecemos hoje) as atividades de costura foram padronizadas para a produção de roupas em série. Nesse momento passou-se a valorizar a atividade das costureiras como forma de se adquirir ou produzir uma peça diferente do habitual, encontrado no comércio. Além disso, as peças já prontas e vendidas poderiam necessitar de alguns ajustes facilmente realizados pelas costureiras. Os conhecimentos em corte e costura também foram ensinados na escola para as meninas e passava de geração em geração por ser considerada "essencial" em uma boa esposa (podendo inclusive gerar uma renda extra para a família).

As máquinas de costura domésticas foram criadas no século XIX chegando até os modelos portáteis que conhecemos hoje. Com a tecnologia, os procedimentos de colocação de botões, caseadores e modelos diferentes de costuras (ziguezague, traços, pontos distantes, simples...) tornaram-se de fácil execução.
Para finalizar, vou falar de uma pessoa que tenho um carinho muito grande, não só por ser da família, mas por participar de um momento tão importante quanto foi a minha formatura (ela que fez os ajustes do meu vestido dos sonhos como contei pra vocês...). Alem disso, vivo levando minhas calças para bainhas, ajustes e reformas, hehehe. A Cheila é costureira há 6 anos e já trabalhou na linha de produção de empresas como a Cássia Mallmann e também nos ajustes de alta costura em lojas como a Santtaluz aqui em Videira. 

Ela me contou que o que  mais ama na costura é a satisfação do cliente após a execução de seu trabalho. Ver a peça pronta e bem feita é o que mais a motiva nessa profissão, principalmente após os trabalhos mais difíceis, como ajustar um vestido de gala e reformar uma peça G para o tamanho P. 
Quase nem amo carretéis, né?
Galera de Videira e região, a Cheila costura em casa e pode te atender, viu?
Telefone/WhatsApp para contato: (49) 98083354 ou (47) 96502951

Não vamos deixar essa profissão tão linda e histórica se perder, né?
Espero que tenham gostado :) - Beijocas

terça-feira, 5 de julho de 2016

Mangas bufantes

Uma das maiores tendências do preview 2017 são elas: as mangas bufantes.
E quem diria que voltaríamos à usá-las, né? Já avistei várias nas vitrines desse inverno, mas seu auge promete ser na primavera e no verão. Ou seja, #ficadica para comprar agora aquela e aproveitá-la até o próximo ano.
 A mangas bufantes já eram usadas no final do século XVIII e são uma unanimidade nas vestimentas dos séculos passados. Elas possuem características bem específicas: são volumosas, partindo do ombro (normalmente franzido) até o punho ajustado, deixando a fluidez apenas no comprimento. Seu caimento é muito comum de ser encontrado nos vestidos das princesas (assim ficaram ainda mais conhecidas). 
 O resgate dessa moda em pleno 2016 foi feito pelas mais diversas grifes, principalmente na Semana de Moda de Milão. Fendi, Max Mara, Moschino, Emilio Pucci, Chanel e Missoni são algumas das marcas que criaram suas versões. E não é que ela funciona em vários looks?
 É claro que alguns looks de passarela realmente exageram nos volumes, mas você vai ver que é possível incluí-la de forma moderada no seu dia-a-dia. O ideal, como todo peça volumosa, é que você combine com outra mais justinha, seja ela calça, saia ou short. Esse modelo de manga nem sempre ficará bem em quem tiver braços mais grossos (porque o tecido precisa ficar bem solto mesmo para obter o efeito desejado), então se você tem o intuito de disfarça-los, esse modelo não é o mais indicado. Já para quem deseja mostrar maior volume corporal (alô magrinhas, olha a dica), essa peça é excelente!
O segredinho da peça é o caimento das mangas, por isso você deve se olhar no espelho e aprovar o seu visual final (é uma tendência meio traiçoeira, 8 ou 80, tem que amar mesmo!).
Espero que tenham gostado das dicas. Eu já quero uma de mangas longas pra chamar de minha. Acho lindo usar com uma saia lápis ou calça flare #FazendoASofisticada.
Beijooocas.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

A (r)evolução da Barbie

Dia desses estava dando aquela famosa "voltinha" na internet procurando jogos e conteúdos, até que cheguei em um site super legal (aliás, foi nesse link AQUI  -  que vou recomendar porque fiquei horas brincando...) repleto de jogos inspirados na boneca mais famosa do mundo. Tal situação me fez refletir sobre a importância dos jogos de vestir e o mundo das bonecas na vida de uma menina e, consequentemente, de uma mulher. Como esse assunto acabou me inspirando bastante, trago esse post como uma breve reflexão, ok?
Um dos assuntos mais discutidos nos últimos dias, sem dúvida, foi a evolução da boneca Barbie, que ganhou novos modelos corporais, etnias, cabelos e tons de pele.
Vou começar falando sobre a moda como um todo. Para alguns é uma atmosfera supérflua, mas para o sexo feminino tem uma grande importância na formação e expressão da personalidade, além do reconhecimento dos valores pessoais. Nosso primeiro contato com esse mundo normalmente vem através das roupinhas de nossas bonecas e as primeiras escolhas nas lojas e em nosso próprio guarda-roupa.
Desde que a boneca Barbie foi criada, em 1959, pela Mattel, ela atua como forte influência sobre a moda, o estilo e os formatos corporais entre crianças e adolescentes.  Além da beleza, a boneca esbanja vitalidade e jovialidade, constituindo um "padrão" à ser seguido. Sem dúvidas, o advento da internet trouxe o fácil e rápido acesso à informação, seja ela positiva ou negativa, e propagou com maior ênfase a suposta "necessidade" de seguir um padrão de corpo, cor de pele, cor de olhos e cabelos considerados ideais.
Nesse aspecto, o discernimento é fundamental para julgar a distância dos biotipos, etnias e culturas com padrões irreais e desnecessários de beleza. Mas a última da Mattel é que, finalmente, a boneca ganhou curvas, alturas, cabelos e tons de pele reais. É claro que a geração que vivenciou e idolatrou a boneca esguia não conseguirá vê-la de outra forma, mas para as crianças que nascem e crescem agora, será um ganho em termos de tolerância, igualdade e respeito. Dessa forma, esperamos que a brincadeira de vestir e embelezar possa continuar atuando no desenvolvimento critico e na forma de expressão de milhões de meninas espalhadas por todo o mundo, acarretando em auto-estima e amor-próprio ao longo da vida, o que realmente tem valor.

Já vi muita gente criticando essa revolução da Barbie, mas eu prefiro, sem dúvidas, ver pelo lado positivo. Tava na hora né? E voltando ao início do post, essa página tem joguinhos bem legais! hahaha.
Beijocas

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

É tendência: espadrille

Já comentei no post sobre a moda das ruas que a sandália espadrille fez o maior sucesso nesse verão.
Hoje contamos um pouquinho do calçado que caiu no gosto da mulherada.
Pra começo de conversa, uma sandália espadrille é definida por seu solado de corda, já utilizado desde o início das civilizações pela proteção contra o frio e a umidade. Outros calçados de juta foram utilizados por trabalhadores rurais no século XX, mas deixou de ser parte da vestimenta quando este público passou a integrar às industrias. Nesse tempo haviam muitas confecções especializadas na produção de calçados de juta em forma de corda. Alguns dos ateliês que fabricam espadrilles permanecem vivos até hoje e mantem a tendência do momento.

A peça queridinha da vez conta com salto anabela super confortável, além de tiras para amarrações no tornozelo. Todos esses detalhes deixam o look descontraído e bonito ao mesmo tempo, permitindo o seu uso no ambiente de trabalho ou apenas para um passeio.  
Além do saltinho, as sapatilhas também são ótimas para quem precisa ficar em pé por horas. Todos os solados de corda pedem um look mais despojado, como é o caso do jeans e dos vestidos básicos.
Cuidado apenas para quem pretende alongar a silhueta. As tiras de amarrações no tornozelo podem acabar achatando seu corpo e não valorizando seu look. Nesse caso prefira tiras de cores próximas ao tom de pele ou as sapatilhas sem tiras.

Por seu estilo meio navy, uma das melhores combinações é com listras. Aproveite também para brincar com as cores.
Beijocas, amores. 

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Bolsas e celebridades

Bolsas de marcas famosas são sempre um objeto de desejo entre as mulheres, e algumas celebridades tiveram o privilégio de possuir este acessório com o seu nome, justamente por ser a musa inspiradora dos designers. Listamos aqui 7 ícones de moda e seus respectivos modelos.

  • JANE BIRKIN - BIRKIN (HERMÉS): Um dos modelos mais reconhecidos dentre as bolsas de grife carrega o nome de peso de Jane Birkin. Ela foi uma atriz e cantora inglesa que viveu na França e ganhou uma bolsa com o seu nome por uma coincidência. Nas fotos antigas de Jane, é possível ver que ela sempre carregava uma bolsa de palha. Esse fato foi percebido pelo presidente da marca que estava em um voo com a cantora enquanto este reclamava sobre a falta de uma bolsa condizente com o seu dia-a-dia. Na época (1984), Jane sentiu-se honrada com o convite para batizar a bolsa. Porém, este ano, a atriz pediu a marca que modifica-se o nome da bolsa depois da divulgação de um vídeo do PETA sobre o modo de abate dos crocodilos cujo couro é utilizado pela marca para confeccionar bolsas, sapatos, carteiras e relógios. 
  • JACQUELINE KENNEDY - JACKIE (GUCCI): Este modelo não foi confeccionado especificamente para ela, porém, foi rebatizado, já que Jackie não saia de casa sem a sua Constance da Gucci, criada nos anos 50. A primeira dama em 1961 é também ícone de moda e, por toda a história da família Kennedy, tem sua vida cercada de burburinhos. 
  • BRIGITTE BARDOT - BARDOT (GUCCI): Brigitte é uma atriz e ativista que marcou a história como símbolo sexual noa anos 50 e 60. A inspiração da Gucci em Brigitte se deu após a consagração do modelo Jackie, citado acima. 
  • DIANE KRUGER - DIANE (JASON WU): Um modelo mais voltado para a noite, mais descontraída, foi a inspiração de Jason Wu para Diane Kruger. Além disso, a própria Diane ajudou na criação da bolsa que é super querida pelas famosas. 
  • GRACE KELLY - KELLY (HERMÈS): Kelly é um ícone por si só. A bolsa que leva seu nome foi criada em 1930, mas sua fama se deve à atriz depois de uma  fotografia em que ela carregava o acessório tentando esconder a barriguinha de grávida. Assim, o modelo da princesa de Mônaco continua sendo um dos mais queridos da grife até hoje. 

  • LADY DI - LADY DIOR (DIOR): Lady Di é um nome de peso, seja na moda ou como pessoa. A Lady Dior é o modelo também rebatizado pela marca, já que Diana carregava esta bolsa constantemente. Ela ganhou de presente da primeira dama da França em 1995, e desde então tornou-se um item inseparável. 
  • SOFIA LOREN - SOFIA (FERRAGAMO): Salvatore Ferragamo e Sofia Loren sempre foram muito amigos e é claro que disso resultaria uma parceria. A atriz deu seus pitacos na criação da bolsa Sofia, disponível em diversas combinações de cores e com um design super clássico. 

Gostaram?? *-*
Beijocas

domingo, 13 de setembro de 2015

Pintura mehndi

A Índia é um dos países mais ricos do mundo em termos de cultura. O estilo, as vestes e os acessórios servem de inspiração para diversas grifes e tendências.
Como não lembrar dos anos 90, em que se colavam pedras coloridas no rosto (bindi, o terceiro olho, quem se lembra?), além das gargantilhas chocker, imitando traços da pintura de henna. Passamos ainda pelos lenços, pulseiras e pelas referências de diversas novelas.
Com o passar do tempo, a pintura mehndi deixou de ser algo tão cultural para virar uma ideia de moda, combinada com estilos como o bohemian, descontraído e moderno.

Popularmente conhecida como a pintura com henna indiana, os desenhos, normalmente feitos nas mãos, são carregados de significados. Estes traços precisos e adornados costumam ser usados em cerimônias de casamento na Índia, como símbolo de transformação, e enquanto o pigmento estiver sobre a pele, a esposa não precisa fazer nenhum serviço doméstico, a menos que por livre e espontânea vontade (gostei disso aí, viu?). Dizem também que a noiva faz uma espécie de consulta com um astrólogo que prevê as dificuldades que serão encontradas no casamento, e antecipa qual é o desenho ideal para ser feito. Além do casamento, elas também são feitas no dia-a-dia, mas em desenhos menores e mais simples, como forma de adorno e estética. 
 A tinta é feita com pó de henna diluído, um pigmento natural que provém da planta Lawsonia Inermis, muito comum em países árabes. Esta tinta seca sobre a pele e começa a descamar com o tempo, deixando a coloração alaranjada que indica a naturalidade do pigmento utilizado. 
Os desenhos também variam em seu estilo conforme a região da Arábia. É comum encontrar traços geométricos no Oriente Médio e florais com trançados (criando ideias de luvas) no Paquistão, por exemplo.
Quem pretende testar a tatuagem temporária, principalmente no verão, deve buscar alguém que conheça a tradição indiana, já que alguns desenhos não devem ser feitos em algumas áreas do corpo, culturalmente. Além disso, você deve se assegurar de que o pigmento é natural, em tom amarronzado. Os pigmentos pretos possuem misturas que podem gerar queimaduras e alergias. 

Não é maravilhoso, gente? 
Morro de vontade de fazer um desenho nas mãos!
Beijocas

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Do que é feito o esmalte?

Se tem uma coisa que toda mulher gosta é esmalte, não é?
Mas você já parou para pensar sobre a composição desses cosméticos?

O hábito de pintar as unhas não é nada novo. No antigo Egito as mulheres já utilizavam henna preta para adornar as mãos e as unhas. Ao longo da história o esmalte serviu como distinção de classes e as tecnologias foram sendo aprimoradas até chegar aos vidrinhos que conhecemos hoje.

E você sabe qual é a função de cada um dos componentes do esmalte?

A nitrocelulose é a responsável por criar aquele filme que recobre igualmente toda a unha. A resina confere brilho e aderência. O plastificante é o que dá a flexibilidade, impedindo que o esmalte quebre ao fazer o desenho natural da unha. Os solventes dão aquela fluidez no líquido e sua evaporação é o que garante a secagem do esmalte.
Os pigmentos, responsáveis por formar as nossas cores preferidas, podem ser orgânicos ou inorgânicos. Os inorgânicos garantem a maior variedade de cores e ficam suspensos no verniz devido ao agente tixotrópico. Esse nome difícil também explica o porque o esmalte sofre variações de vez em quando, por exemplo, quando o esmalte separa fases (ficando o óleo sobre a emulsão) e quando o esmalte cria aquelas bolhinhas indesejáveis.

Aliás, as bolhinhas no esmalte são causadas por influência do vento, do calor no ambiente ou da própria temperatura corporal. Elas se formam quando um dos solventes evapora antes dos outros. A dica aqui é segurar um copo de água gelada um pouco antes de esmaltar e evitar locais com corrente de ar.

Aqui vale lembrar que alguns desses solventes são substâncias tóxicas, como o tolueno, o dibutilftalato e o formaldeído. São comumente utilizados pelas empresas cosméticas porque aumentam muito a durabilidade do verniz nas unhas, mas a verdade é que além das alergias, também são potenciais cancerígenos. A indústria brasileira costuma utilizar seus derivados para driblar sua presença nos rótulos, mas você pode optar pelas marcas que apostam no 3 free, livres dessas substâncias.

Ajudei a desvendar mais um pouquinho sobre o assunto?
Beijocas

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Especial 80's: Roupas


Finalmente vamos falar de moda! E nada foi tão característico dos anos 80 como o modo de vestir. As principais inspirações foram ditadas por atrizes e cantoras que fizeram sucesso na década, revelando um mix de peças ousadas e coloridas, com a elegância de tecidos bem estruturados.


A partir de 1980, as mulheres passaram a integrar o mercado de trabalho, inclusive disputando cargos de chefia. Por esse motivo, o modo de vestir tinha seu lado elegante (para a época...), com ombreiras, calças e saias de cintura alta, cintos, tailleurs, mangas bufantes e pregas. Os cintos foram muito usados para marcar a cintura, independente do look. Aqui cabe citar o estilo dos "yuppies", exemplificado pelos excessos no vestuário para o trabalho.

Ao contrário da sofisticação, havia também a diversão. Essa ousadia toda foi demonstrada através dos looks fitness, mas que não ficavam restritos às academias. Assim nasceu o amor pela calça legging, normalmente combinada por polainas, collants, tênis, e porque não, saltos altos?
Em meados dos anos 80, o colorido ficou ainda mais vibrante, em tons de neon e o mix de estampas, proposto em tecidos elásticos e cintilantes.


Além da legging, outro modelo de calça que fez história foi a baggy e a semi-baggy, normalmente de cós alto, soltas no quadril e levemente ajustadas no comprimento. A falta de pudor foi demonstrada nas campanhas, capas de revista e até na apresentação de programas infantis, quando os decotes e recortes cavados eram usados sem restrição. Por falar nisso, o top cropped acabou nascendo aí, tal como as hot pants (Xuxa feelings...).


O jeans também teve seu espaço, tanto nas calças como nas jaquetas, mas sua popularização foi maior na década seguinte. Não podemos deixar de citar peças relevantes no guarda-roupa feminino oitentista, como as meias-calças coloridas e arrastão, o modelo 7/8, as sandálias de plástico (chamadas de melissas, mesmo não sendo da marca), as camisetas de bandas, os macacões, as sobreposições e as mangas-morcego. Pra não errar o look datado, o foco é o volume.


Não deixem de curtir a página do Bar El Compadre e confirmar sua presença no evento Back to the 80's. Beijocas

terça-feira, 28 de julho de 2015

Especial 80's: Acessórios


Continuando a nossa sequência do Especial Anos 80, hoje vamos relembrar os acessórios que fizeram sucesso nessa década tão marcante para o mundo fashion.


Uma das maiores musas inspiradoras, responsável pelas principais tendências da época, é nada menos que Madonna. Ao seu lado, outros ícones como Michael Jackson e a própria Xuxa também tiveram a sua cota de modinhas lançadas, e que continuam como referência até hoje.

Pra tornar esse papo mais palpável, lembramos que o pulseirismo, o mix de colares, as bandanas e Ray Ban vintage - modelo wayfarer, são algumas das tendências atuais que tiveram origem lá nos anos 80.

E além da caixinha de bijuterias lotada (normalmente de peças de acrílico e plástico coloridos), os acessórios de cabelo receberam muito destaque. Com a moda baseada no mundo fitness, os amarradores de cabelo super pomposos, assim como as faixas e os laços, foram indispensáveis no look. As luvas sem dedos, item também difundido por Madonna, foram usadas em diversos estilos, como o pop e até o gótico.

Outras peças que merecem a nossa lembrança são as meias-arrastão, normalmente combinadas com polainas coloridas ou meias curtas estampadas. E apesar do sucesso do tênis, o salto alto também era combinado - estranhamente - com as roupas de ginástica. Essa liberdade toda resultava em uma mistura bem eclética de peças despojadas e extravagantes no mesmo look. Ah.. E meia com sandália nunca foi pecado nenhum, ok?


Por fim temos as maquiagens que, obviamente, não poderiam fugir na vibe multicolorida, marca registrada da década. As sombras coloridas e cintilantes eram combinadas aleatoriamente, e o visual completo com batons vibrantes, de preferência do tipo 24h (ou aquele da embalagem do moranguinho). As sobrancelhas eram bem bagunçadas e naturais, normalmente sem retoques. Os esmaltes não ofereciam uma gama tão grande de cores como conhecemos hoje, mas os poucos tons audaciosos foram amplamente utilizados, ainda mais pelas celebridades. O cor-de-rosa foi a escolha principal.

Por fim, muitos materiais emborrachados e de vinil, tudo com aspecto muito brilhante. A personalização ficou por conta dos famosos relógios "Champion" com pulseiras coloridas que podiam ser trocadas e um modelo mais simples do famoso All Star deu origem ao amor pelo tênis mais conhecido no mundo.


Ahhh, a ousadia. Gostaram da viagem no tempo de hoje?
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Beijocas

Uma pausa...

Hoje mesmo, no Instagram, eu falei sobre não esperarmos o próximo ano para tirar os planos do papel ou efetuarmos mudanças. Mas como todo...

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